Como funciona o tratamento de gengivite?

O tratamento começa pela consulta com o dentista, onde ele irá avaliar a gravidade do caso e realizar uma raspagem supragengival, retirando placa bacterianas. Depois, o responsável pela higiene periódica com todos os produtos necessários será você. Mantenha uma rotina de limpeza e, caso necessário, utilize ferramentas especiais para garantir uma boca ainda mais saudável. Com o tempo, sua gengiva estará menos inflamada, seu hálito mais puro e seu sorriso mais saudável. Vale ou não vale a pena? Atente-se aos sinais que sua boca dá e consulte sempre um dentista.

Quanto tempo devo ficar sem usar a prótese após a cirurgia?

Depende. O uso após a cirurgia varia de acordo com o tipo de prótese e da indicação do dentista, mas geralmente somente os pacientes que usam dentadura ou próteses parciais removíveis devem ficar cerca de quatro dias sem utilizá-la para não traumatizar a região operada.
 
 Como tratar a retração gengival (raiz exposta)

Retração gengival é o deslocamento da gengiva, exposição da raiz do dente. Isso pode ocorrer em um só dente ou em vários.
Existem várias causas: traumatismo por escovação (fricção exagerada com escovas de cerdas duras); trauma oclusal (forças excessivas sobre o dente causadas por má posição oclusal); inflamação na gengiva causa por placa bacteriana; restaurações desadaptadas na região gengival; pouca espessura de osso que recobre a raiz e etc..
Tratamento: Evitar a evolução desse processo por intermédio de escovação adequada, limpeza profissional, ajuste oclusal, remoção de hábitos nocivos, remoção de excessos de materiais restauradores, se houver má posição dos dentes corrigir com aparelho ortodôntico;
Em algumas situações são realizados enxertos gengivais para recobrir a raiz.

Como previnir a gengivite e periodontite?

A gengiva é parte de um complexo importante que envolve tecidos de proteção e sustentação dental, o qual é responsável pela saúde oral e por manter os dentes na cavidade bucal. Se a higiene bucal não for realizada adequadamente, podem ser desenvolvidas a gengivite e a periodontite. Em caso de doenças associadas à gengiva, os dentes são prejudicados diretamente, pois a estrutura que os mantém fica abalada.

Os problemas da gengiva

gengivite é um processo inflamatório causado pela placa bacteriana. Quando não removida pela escovação e fio dental, essa placa produz toxinas que levam à inflamação da gengiva. Gengiva vermelha e inchada, e sangramento durante as escovações, são sinais da gengivite. O tratamento é simples: Escovação e uso do fio dental de maneira correta. O quadro é reversível, mas caso não seja tratado, de acordo com a profissional, é possível que haja perda da estrutura óssea que sustenta os dentes, evoluindo, assim, para a periodontite – que pode levar à mobilidade ou até à perda dos dentes. A placa bacteriana acumulada por muito tempo e em contato com sais minerais da saliva endurece e dá origem ao cálculo dental. Este já não pode ser removido pela escovação, e só a atuação do cirurgião-dentista para diminuir os danos e impedir a progressão da doença. A higiene não adequada da gengiva e dos dentes ainda de gerar problemas de saúde em geral. É o caso, inclusive, da endocardite bacteriana. Alguns estudos relatam a importância do tratamento da doença periodontal para evitar agravos de condições sistêmicas, como o aumento de risco cardiovascular, pulmonar e intercorrências gestacionais.

Como cuidar e prevenir

 O tratamento da periodontite inclui escovação e uso de fio dental de maneira correta; tratamento odontológico de raspagem e alisamento da raiz dental, para remoção e controle do foco infeccioso; reabilitação oclusal (com prótese ou outras formas de recuperar os dentes) e, em alguns casos, cirurgia. A gengivite e a periodontite podem estar associadas também a outros fatores: tabagismo, má-oclusão, alterações imunológicas e hormonais, fatores hereditários, estresse, xerostomia (redução do fluxo salivar), doenças sistêmicas, deficiências nutricionais e alguns medicamentos. Portanto, é preciso manter uma boa alimentação e evitar o consumo de álcool e tabaco.

 

 


Quais os tipos de enxertos ósseos?


Os tipos de enxertos podem ser vários: autógenos, homólogos, heterógenos, aloplásticos ou mistos, sendo que sua utilização seja para previnir que o tecido mole cresça e invada o espaço que irá servir para o implante, mas sobretudo, que sirva de guia para a formação óssea e para a cicatrização.
 
Os materiais utilizados nestes procedimentos devem atender a duas exigências fundamentais, como serem imunologicamente inativos e fisiologicamente estáveis, para não causar rejeição ou transmissão de doenças.
 
 
Enxertos autógenos
Trata-se da colheita do osso autólogo, o que requer um segundo local cirúrgico. A coleta pode ser intra orais ou extra orais, quer dizer, da própria boca ou de outros ossos do corpo.
 
Intra orais (ramo, mandíbula ou tuberosidade maxilar) são limitados em termo de volume, o que em casos de severas reabsorções podem não ser suficientes.
 
Extra orais  (crista ilíaca, tíbia, costela, calote craniana, rádio) sua grande vantagem é a quantidade de enxerto e se caracterizam pela simplicidade do procedimento e menor risco ao paciente.
 
Os enxertos autógenos podem ser retirados sob a forma de blocos, de pequenos fragmentos e misturados a outros materiais para melhor aproveitamento de suas propriedades.
 
Enxertos homólogos
O osso homólogo é um tecido não vital retirado de um indivíduo e transferido a outro da mesma espécie, ou seja, este tecido apresenta fenótipos iguais, porém, genótipos diferentes. Podem ser coletados de cadáveres ou seres vivos a partir do osso ilíaco, fêmur, vértebras, tíbia, úmero ou costelas.
 
São geralmente denominados por enxerto liofilizado desmineralizado humano (DFDBA) ou matriz óssea desmineralizada (DBM). Podendo substituir os enxertos autógenos, pois são capazes de reforçar a regeneração óssea pela libertação de fatores osteocondutivos.
 
Xenoenxertos ou enxertos heterógenos
São os enxertos em que doador e receptor não são da mesma espécie. Ossos bovinos mineralizados (OBM) são utilizados neste procedimento há muito anos e com enorme sucesso, pois produzem uma formação muito semelhante ao osso medular humano, com grau de porosidade que varia entre 75% a 80% o que permite boa capacidade de incorporação ao tecido.
 
Enxertos Aloplásticos
Estes tem origem sintética. A maior vantagem apresentada é a de ser produzidos industrialmente e estar disponível em qualquer quantidade. Por outro lado, possui baixo potencial de indução osteogênica e pequeno grau de osseocondução.
 
Estes materiais têm grande potencial no papel de transportadores ou veículos de substâncias bioativas, como proteínas morfogenéticas de osso e plasma rico em plaquetas.
 
O objetivo do desenvolvimento dos enxertos aloplásticos é alcançar o padrão dos enxertos autógenos, que por serem caracterizados por uma transposição de tecidos no mesmo indivíduo, não requerem processamento para diminuição de sua capacidade antigênica, mantendo em sua totalidade, o seu potencial de indução osteogênica.
 
Enxertos mistos

Enxertos mistos ou enxertos ósseos mistos, são definidos como uma mistura de osso autógeno com algum tipo de biomaterial seja ele um osso homógeno, um osso heterógeno ou um aloenxerto. Vários trabalhos levam o cirurgião a optar por enxertos autógenos como primeira alternativa na reconstrução óssea em geral e nas cirurgias sinusais em particular. Porém estudos têm demonstrado que os enxertos mistos podem ser uma alternativa satisfatória para os enxertos autógenos, no tratamento posterior da maxila atrófica.
 
Em relação aos resultados obtidos com a reconstrução óssea do assoalho do seio maxilar, os enxertos mistos utilizando osso humano liofilizado e osso autógeno têm apresentado excelentes resultados.


O que é boca seca?

Acordar com a boca seca é normal, pois ocorre uma diminuição na produção de saliva durante a noite, mas se isso se persistir ao longo do dia, não é normal e precisa ser investigado.

Entre as causas de boca seca, estão hábitos como fumo, jejum, respiração bucal, e também medicamentos, desidratação, algumas doenças como as reumatológicas, diabetes, estresse, depressão e alterações hormonais. 

Por causa da falta de saliva, o corpo pode ter consequências como ressecamento do lábio, dor de garganta, alterações no paladar, ferida na boca, dificuldades na fala ou para engolir alimentos, aumento de cáries, aumento de infecções periodontais e aumento de inflamações na gengiva.

Fique atento com os sinais que seu corpo produz.



Devo fazer tratamento periodontal durante a gravidez?

 

A gravidez é um período delicado, que exige grande mudanças na rotina da mulher e muitos cuidados adicionais. Nessa fase, é muito comum o aumento da inflamação e sangramento da gengiva decorrentes do aumento de hormônios circulantes. Muitas mulheres tem a ideia de que não se pode fazer nenhum tratamento odontológico durante a gravidez e outras pensam que não há nenhum impedimento. No entanto, alguns cuidados são necessários e existe realmente uma limitação.

A orientação correta em relação ao tratamento odontológico é de que sejam realizados somente procedimentos realmente necessários, que estejam causando dor ou grande desconforto. Tudo o que for possível de ser adiado, deve assim ser feito de preferência no segundo trimestre de gravidez e sempre com o consentimento do médico.

No entanto, diante da presença de gengivite ou de periodontite o tratamento periodontal se faz necessário. A inflamação gengival, juntamente com a presença das bactérias periodontais pode influenciar na produção de substâncias no organismo que estimulam contração uterina, podendo influenciar a ocorrência de parto prematuro e bebê de baixo peso ao nascer. Desta forma, quando a mulher percebe inflamação na gengiva durante a gravidez, ela deve procurar um periodontista para avaliar a situação.

O tratamento periodontal pode e deve ser realizado. Mas, deve ser feito de preferência no segundo trimestre da gravidez e com o consentimento do médico que acompanha a grávida. No terceiro trimestre da gravidez, também é possível realizar o procedimento. Entretanto, a posição na cadeira odontológica pode causar hipotensão (queda da pressão arterial) devido ao tamanho da barriga, que gera compressão na região da veia cava inferior. Por isso, o procedimento nessa fase se torna mais incômodo e muitas vezes é necessário posicionar a grávida sentada para se conseguir realizar o procedimento. Além disso, existe um cuidado em relação ao uso de anestésico local, que deve ser específico para essa condição.


Existem cuidados especiais com os Implantes Dentários?

Os Implantes Dentários requerem os mesmos cuidados básicos que temos com os dentes naturais, ou seja:

saúde do paciente
escovação adequada e uso diário de fio dental
bochechos com solução antisséptica diária
cumprir rigorosamente as intruções do dentista, específicos ao seu caso
visitas periódicas ao dentista (6 a12 meses)



Qual é a relação entre doenças periodontais e doenças sistêmicas?

Pesquisas mostram uma inter-relação entre doenças periodontais e problemas sistêmicos, tais como problemas respiratórios, osteoporose e nascimentos de crianças prematuras e com baixo peso. Também é encontrado na literatura que pessoas com doenças periodontais são duas vezes mais susceptíveis a sofrer doenças cardíacas.

As Doenças Periodontais atingem 75% da população maior de 25 anos de idade.

Fique atento a alguns sinais das Doenças Periodontais:
• Sangramento gengival;
• Mau hálito persistente (halitose);
• Gengivas vermelhas, inchadas e sensíveis;
• Gengivas que se afastam dos dentes (retração).
• Pus entre a gengiva e o dente;
• Alteração no formato gengival;
• Freqüentemente indolor (assintomático);
• Mobilidade dentária.

Cirurgia Guiada (sem corte)

 Consiste em uma técnica cirurgica sem incisões com lâminas (flapless) para colocação dos implantes dentários. Todo o processo da cirurgia guiada é realizado por meio de instrumentos rotatórios através de um guia cirurgico. Esse guia é construído em empresas de prototipagem que utilizam os dados provenientes da tomografia digital e de programas específicos onde o implantodontista realiza a colocação virtual dos implantes. O tempo cirurgico e o melhor pós operatório são as suas pricipais vantagens e a maior desvantagem está no custo


Como saber se tenho periodontite?

A gengiva deve se adaptar e envolver o dente como uma gola olímpica ao redor do pescoço. Na presença da doença, os tecidos de suporte (gengiva e osso) são destruídos, formando-se bolsas que acumulam células mortas, restos alimentares e bactérias ao redor do dente. Na medida em que a doença avança, essas bolsas se aprofundam e formam um espaço ainda maior para as bactérias. Com o acúmulo dessas bactérias, a contaminação avança abaixo da margem da gengiva. Nesse processo, ocorre a retração da gengiva, a destruição óssea e, finalmente, a perda do dente. Durante o exame clínico, são realizados procedimentos para verificar a presença da doença periodontal. Se a doença periodontal é suspeitada, o dentista pode encaminhar o paciente para um periodontista.
  O que é Implante Dentário com carga imediata?

O implante dentário com carga imediata é quando a prótese dentária provisória é colocada imediatamente ou em até três dias após a instalação do implante dentário. O tempo para a colocação da prótese é a principal diferença entre um implante com carga imediata e um implante comum, que pode levar meses para a colocação da mesma.

O procedimento é indicado para pessoas que buscam um resultado rápido, já que elas podem sair com a prótese provisória no ato da cirurgia. Porém, ela não pode ser realizada em todos os casos, sendo necessário que o cirurgião dentista faça uma série de exames que garantam que o paciente tem uma boa estrutura óssea. Além disso, no ato da cirurgia, o dentista também deve se certificar que o implante teve um bom travamento no osso, excluindo qualquer possibilidade de que ele se movimente, pois isso comprometeria a cicatrização do local.

Além da estética, outra vantagem da carga imediata é que o paciente não precisará usar uma prótese provisória removível que muitas vezes são incômodas ao paciente.

Se você tem vontade de fazer um implante dentário para melhorar o seu sorriso, sua qualidade de vida e auto estima, não deixe de procurar um dentista especialista que possa avaliar sua situação e indicar a melhor forma de realizar o procedimento.


Quais os sintomas da doença periodontal? 

A periodontite é uma doença silenciosa e seus sintomas podem permanecer camuflados até um estágio mais avançado da doença. Estes são alguns sinais de alerta desta doença:

  A dor normalmente não é um sintoma da periodontite, o que explica, em parte, porque os estágios iniciais da periodontite podem passar despercebidos. Ao se dar conta, a periodontite pode estar em um estágio avançado e crônico, com danos irreversíveis. Muitas vezes, a única maneira de diagnosticar a periodontite é através de um exame clínico.

Como saber se tenho periodontite?

O osso e a gengiva devem se adaptar e envolver o dente como uma gola olímpica ao redor do pescoço. Na presença da periodontite, os tecidos de suporte (gengiva e osso) são destruídos, formando-se bolsas que acumulam restos alimentares, células mortas e bactérias ao redor do dente. Com o tempo, essas bolsas se aprofundam, formando um espaço ainda maior para as bactérias. Com o acúmulo dessas bactérias ao redor do dente, a contaminação avança abaixo da margem da gengiva e ocorre a destruição óssea, retração da gengiva e, consequentemente, a perda do dente.

Avaliacão para a periodontite

Durante o exame clínico, é realizada uma série de procedimentos para verificar a presença da periodontite. Se há suspeita de periodontite, o dentista encaminha o paciente para um periodontista – dentista especializado no diagnóstico e tratamento da periodontite. Uma história medico-dentária do paciente deve revelar os problemas periodontais, doenças subjacentes que possam estar contribuindo para o problema e quaisquer medicamentos que o paciente esteja tomando. O diagnóstico da periodontite é determinado pela análise da informação colhida através do exame clínico, radiográfico e história pregressa do paciente. Tanto no exame clínico como no radiográfico, é possível avaliar a quantidade de osso perdido e a quantidade de gengiva retraída em todos os dentes da boca. Essa mensuração ajuda a determinar a severidade e a extensão da periodontite.

 Qual a relação das doenças da gengiva e diabetes?

Pacientes diabéticos são mais propensos a ter doença periodontal. A doença de gengiva pode também dificultar, para os diabéticos, o controle dos níveis de açúcar no sangue. Embora mais pesquisas sejam necessárias sobre a relação entre doença periodontal e diabetes, muito estudos já têm sugerido que a doença periodontal severa pode aumentar os níveis de açúcar no sangue, colocando diabéticos em risco e aumentado as complicações dessa doença. Diabetes não é apenas um fator de risco para a doença periodontal, a doença periodontal em si pode agravar a diabetes.

Algumas evidências sugerem que as bactérias que causam a doença periodontal podem entrar na corrente sanguínea, ativando citocinas (fatores prejudiciais do sistema imunológico), que, em seguida, destroem as células do pâncreas, responsáveis pela produção de insulina. Outras pesquisas indicam que o tratamento da doença periodontal pode reduzir a necessidade de insulina e melhorar o controle do açúcar no sangue.
 O implante só é colocado após ter perdido o dente?

Não. Há situações que o dente é extraído e em seguida já é colocado o implante. Como em casos de fratura da raiz, em que o dente está comprometido. Além disso, o dentista pode também optar por extrair dentes que estão com mobilidade devido à doença periodontal e realizar o implante com uma antibioticoterapia prévia.

 




Retração gengival pode causar perda dentária?

A retração gengival consiste no deslocamento da gengiva em direção apical (em direção à ponta da raiz), com consequente exposição da raiz do dente. As causas estão relacionadas a: 1. Placa bacteriana (gera perda óssea e da inserção dos dentes); 2. Trauma de escovação (força e pressão ao escovar, utilização de escova de cerdas duras, movimento inadequados de escovação). Existem outros fatores que podem facilitar a ocorrência das retrações, como o trauma de mordida (forças excessivas sobre o dente causadas por má posição dentária ou por restaurações inadequadas), posição alta dos freios labiais (pregas na parte interna dos lábios), movimentação ortodôntica e mal posicionamento dentário.

Quando a retração é causada pela placa bacteriana, frequentemente ela ocorre em todas as faces do dente. Já quando a causa é escovação traumática, a retração ocorre normalmente na face do dente voltada para a bochecha.

É muito comum as pessoas relacionarem as retrações à perda dentária. Esse receio faz muito sentido quando a causa da retração é a placa bacteriana. Nesse caso, a retração é o resultado da perda óssea e da perda de inserção do dente, decorrentes da periodontite. Se a periodontite não é tratada ou se o tratamento ocorre de forma tardia, a chance de perda dentária é grande. Se a retração é o resultado de escovação traumática, a chance de perda dentária é muito pequena. O paciente poderá se deparar com desconfortos como sensibilidade e maior risco de lesões de cárie radiculares. No entanto, a perda dentária dificilmente será resultado direto da retração.

Como saber se tenho gengivite?


A gengivite pode ocorrer em qualquer idade, mas é mais comum entre os adultos. Se for detectada no seu estágio inicial, a gengivite pode ser revertida – portanto, visite seu dentista se notar qualquer um dos seguintes sintomas:
 

Gengivite é o primeiro estágio da inflamação gengival causada pela placa bacteriana. Se a escovação e o uso do fio dental diariamente não forem suficientes para remover esta placa, ela produzirá toxinas que podem irritar o tecido gengival, causando a gengivite. Você pode notar algum sangramento durante a escovação e o uso do fio dental. Neste primeiro estágio da doença, o dano pode ser revertido.

Como é tratada a gengivite?

  

Quando é necessário realizar enxertos ósseos

 Seja qual for a causa da perda dentária, ela leva, em menor ou maior grau, à perda de tecido ósseo, tanto em altura quanto em espessura, nas arcadas do paciente. Isso acontece porque ao redor do dente temos tecido ósseo que lhe dá sustentação e, na ausência de dentes e do estímulo da mastigação, a tendência é o organismo reabsorver esse tecido.
 
Assim, os quadros que geralmente levam à perda de osso são: a perda de Bone Bdentes e a sua não reposição com implantes, não realizar nenhum tratamento, o uso de próteses parciais removíveis (PPRs) ou uso de próteses totais, por exemplo.
 
A doença periodontal, por sua vez, também leva à perda de tecido ósseo, quando o processo infectoinflamatório avança para a região do periodonto, levando à mobilidade dentária e à consequente perda de dentes, com dificuldade para reposição posterior por implantes – justamente por falta de tecido de sustentação.
 
Como fazer, então, quando é preciso repor unidades dentárias, mas o paciente não tem osso suficiente para que o procedimento seja realizado? É quando os enxertos ósseos entram em cena.
 
Basicamente, existem três tipos de enxertos: o autógeno,  homógeno e alógeno. No primeiro caso, o osso é removido do próprio paciente (geralmente da própria boca, de regiões como o queixo ou a região retromolar, atrás do ultimo molar). Já o enxerto ósseo homógeno, caracteriza-se por utilizar tecido ósseo de doadores humanos, vindo de banco de ossos. E o osso alógeno é feito de material sintético (como hidroxiapatitas), produzido em laboratório.
 
No caso de enxertos homógenos (em que o osso a ser utilizado não é do próprio paciente), o material passa por um rigoroso controle das autoridades de saúde e é sempre encomendado pelo dentista na quantidade necessária para a realização do enxerto, após a realização do estudo diagnóstico do paciente.
 
Cirurgia para realização de enxerto ósseo. O material é fixado por dois pequenos parafusos de titânio.
Cirurgia para realização de enxerto ósseo. O material é fixado por dois pequenos parafusos de titânio.
Estamos falando aqui de estruturas milimétricas, pequenos “blocos”, que são parafusados para “aumentar a espessura” do tecido ósseo da região tratada, conforme podemos ver na foto ao lado. Nesse caso, o enxerto foi autógeno (o doador foi o próprio paciente).
 
A necessidade de realização de enxerto ósseo implica, geralmente, num tempo maior para a conclusão do processo de implante dentário. Após a cirurgia de enxerto ósseo,  aguarda-se cerca de cinco meses para revascularização e neoformação óssea na área onde o bloco enxertado ficou justaposto sobre o osso do paciente.
 
Após esse período é que se pode fazer a instalação do implante dentário no local, e confecção da prótese sobre implante, que corresponde ao dente que é visto na boca do paciente.
 
Em se tratando de osso particulado (em grânulos) é utilizado para preencher pequenas falhas, alvéolos de dentes após exodontia (extração cirúrgica do elemento dentário). Mas, seu maior uso se dá nas regiões do seio maxilar, que ocorre quando há muita perda de tecido ósseo na região, limitando o tratamento com implantes.
 
Vale ressaltar que a reposição de unidades dentárias perdidas é crucial para a reabilitação oral, juntamente com o tratamento de qualquer processo infectoinflamatório como a cárie e/ou a doença periodontal. Tudo começa com uma boa conversa com o  dentista de confiança e, quanto mais cedo for a decisão de iniciar o tratamento, menores serão as chances de comprometimento do tecido ósseo.

Você já ouviu falar do pólipo pulpar?

Também conhecido como pulpite crônica hiperplásica, o pólipo pulpar faz com que muita gente procure o dentista com a queixa de que a gengiva nascendo para dentro do dente. Mas afinal o que é o pólipo pulpar, quais sãos as suas causas e como é possível tratar essa condição? 

O que é o pólipo pulpar?

O pólipo pulpar é um crescimento excessivo da polpa do dente, uma porção que geralmente fica escondida dentro da raiz e coberta pela coroa. Embora o tecido pulpar do pólipo se pareça com a gengiva, é importante esclarecer que são tecidos bem diferentes. No entanto, como a semelhança é grande, é preciso que o dentista confira se é realmente um pólipo pulpar e não se trata de um pólipo gengival que cresceu  e acabou por preencher a cavidade dentária.

O que causa o pólipo pulpar?

Antes de mais nada é necessário que o dente esteja aberto, ou seja, que a coroa esteja parcialmente destruída após uma cárie extensa ou uma fratura. Com a abertura, a polpa fica exposta e entra em contato com os alimentos e os micro-organismos que ficam dentro da boca. Isso dá início a um processo inflamatório que gera um tecido, chamado de tecido de granulação hiperplásico, que vai crescendo e se expondo pela abertura no dente.

Quem pode sofrer desse mal?

Os pólipos pulpares são mais comuns em crianças, adolecentes e jovens, já que nessa faixa etária o tecido pulpar está mais exposto. Os dentes mais afetados são os molares, tanto os de leite quanto os permanentes, já que, por estarem bem no fundo da boca e serem de difícil higienização, esses dentes apresentam um número maior de cáries.

Quais os sintomas?

Muitas vezes, o tecido do pólipo está comprimido o que prejudica a irrigação e acaba provocando a morte das células, fazendo com que o pólipo pulpar não seja doloroso. Mas como o pólipo pode acabar se machucando durante a mastigação, é possível que surjam úlceras, sangramentos e sinais de inflamação.

Como é o tratamento?

Não é possível reverter o crescimento do pólipo, então os tratamentos têm como finalidade retirá-lo. O tipo do tratamento depende principalmente do estado do dente, avaliando-se o tamanho da cavidade e quanto do dente já foi destruído.

Se a cavidade for pequena, é possível fazer um tratamento endodôntico, semelhante ao de tratamento de canal, em que se remove cirurgicamente o pólipo pulpar, trata-se o processo que originou a inflamação, limpando todo o interior do dente e, por fim, reconstruindo a coroa do dente. Se a cavidade for muito grande, no entanto, o melhor é extrair todo o dente e depois considerar a colocação de um implante. 

É possível prevenir a formação de pólipos pulpares?

A melhor forma de prevenir o surgimento dos pólipos pulpares é escolhendo uma boa escova de dente, mantendo uma higiene bucal adequada e fazendo visitas regulares ao dentista. Assim, caso apareça algum problema — como uma cárie — o tratamento será precoce e não haverá a formação de uma cavidade que expõe a polpa do dente.

 


Quero fazer um Implante mas tenho medo, o que fazer?

A instalação de um implante dentário é um procedimento muito simples. Em caso de um implante unitário, não deve levar mais do que 30 minutos. Em geral há apenas um desconforto leve após a colocação de um implante e você poderá trabalhar no dia seguinte.

A colocação do implante no osso, impressiona os pacientes, porém é importante dizer que no osso há pouca interação para dor, sendo apenas a gengiva que traz a sensibilidade, que é facilmente controlada por meio de medicamentos. A sedação consciente pode ser usada para diminuir a ansiedade.

Em BH implantes dentais é com o Dr. Danilo Antunes

Para que servem os implantes dentários?

Sendo substitutos de raízes de dentes naturais que foram extraídos, os implantes dentários passam a funcionar como suportes fixos para dentes artificiais, tanto para substituir um dente individualmente, quanto para suportar pontes fixas ou dentaduras, no caso de perda total dos dentes.
 
Por outro lado, como nem todas as regiões do maxilar e da mandíbula podem receber implantes, devido a consistência óssea ou a aspectos anatômicos próprios de cada região, nos casos de pacientes com várias perdas ou mesmo com perda total dos dentes, são usados implantes em pontos adequados, os quais permitirão a fixação de uma ponte ou dentadura de forma fixa, estável e confortável.

Qual a chance de um implante dar certo?

Estudos de longa duração demonstraram que certos tipos de implantes apresentam taxas de sucesso acima de 90% nos implantes colocados e taxas superiores a 97% de sucesso das próteses (porque a perda de um implante não significa necessariamente a perda da prótese, pois está apoiada em outros implantes).

Este índice de sucesso porém, é médio, e não vale igualmente para todas as regiões da boca. Os índices de falha em desdentados totais inferiores é próximo a 0% (zero por cento) e na região posterior da maxila, com osso pouco denso e após a colocação de implantes curtos (devido aos seios maxilares), a taxa pode chegar a 33%.

Implantes dentários em BH é com o Dr. Danilo Antunes
 

Quanto tempo dura um implante? Qual sua vida útil?

Pode-se afirmar que em 95% dos casos, se os implantes não foram perdidos nos dois primeiros anos de uso, durarão por grande parte da vida do paciente.

Em BH implantes dentais é com o Dr. Danilo Antunes.

QUANDO FAZER O ENXERTO ÓSSEO

O primeiro passo para determinar a necessidade de reconstrução de uma área bucal por meio de enxerto ósseo é a avaliação clínica e radiográfica do local. Só assim é possível saber o estágio em que se encontra a região alveolar e indicar o tipo e grau de intervenção a ser feita.

Essa avaliação leva em conta, principalmente, o volume ósseo existente em relação ao volume ósseo necessário para um implante dentário e o comprometimento estético e funcional que pode existir.

Indicação da cirurgia de reconstrução óssea:

* Quando o volume ósseo é insuficiente para a realização de implantes dentários;

* Quando o resultado estético, decorrente do enxerto, mostrar-se mais satisfatório;

* Quando houver vantagens biomecânicas.

Os exames também apontam as possibilidades de tratamento para a reconstrução óssea. O tempo necessário para a incorporação do enxerto ósseo e implantação dentária, em casos de cirurgia de enxerto ósseo, é de cinco meses. Quando a espessura é inadequada, especialmente nas regiões anteriores, é possível fazer um enxerto para sobrecorreção do defeito. Quando a altura e a espessura gengival são inadequadas, há mais de uma possibilidade de procedimento corretivo, para um melhor resultado. Em alguns casos, dois ou mais procedimentos podem ser necessários.

 A perda de volume ósseo na região bucal é causada por uma combinação de fatores, mas está diretamente relacionada à idade avançada. No Brasil, em que o envelhecimento da população é uma realidade, a saúde bucal é uma questão crônica e deve ser tratada de forma consciente e responsável.



Por que as gengivas sangram?

O sangramento gengival é um fenômeno relativamente comum no cotidiano odontológico e nada mais é, na maioria das vezes, que a conseqüência da deficiência na higienização. Não escovou direito, a gengiva sangra.

Essa má higienização provoca a princípio  uma irritação gengival, que pode se transformar numa inflamação (a gengivite) e em casos mais sérios numa infecção (a periodontite) que pode atingir até mesmo o osso onde o dente fica fixado causando o seu amolecimento.

A remoção inadequada de placa bacteriana dos dentes na área próxima à gengiva é o principal fator, mas não o único:

Outras causas de sangramento na gengiva incluem:

Alguns fabricantes de produtos de higiene bucal tentam vender a falsa esperança de que um creme dental pode curar a gengivite.  Mas isso amigos, Não é VERDADE. Nenhum creme dental tem esse poder.

Se sua gengiva está sangrando, não perca tempo e procure logo o seu dentista. O tratamento correto, feito por um profissional capacitado para resolvê-lo acabará com seu problema rapidinho. 😀



 

Mulheres grávidas podem ter Gengivite?

 

A gengivite é uma inflamação das gengivas causada quando se acumula a placa nos espaços entre as gengivas e os dentes. A acumulação de bactérias pode conduzir à perda de osso ao redor dos dentes e por último causar cárie e perda do dente. Mais de 50 por cento dos adultos têm alguma forma de gengivite.

Durante a gravidez, ao redor da metade do total de mulheres (60 a 70 por cento) experimentam uma condição patológica denominada gengivite da gravidez. É causada por um incremento das concentrações de hormônios, o qual pode exagerar a resposta da mulher à placa dental na boca. Esta placa adicional pode causar inchaço, sangramento, avermelhamento e/ou sensibilidade das gengivas. As mudanças das gengivas são mais notáveis a partir do segundo mês de gravidez, até atingir um máximo no oitavo mês. Para controlar a quantidade de placa na boca e prevenir a gengivite, escove os dentes regularmente; ao menos três vezes por dia durante dois minutos ; e use diariamente o fio dental. Estas ações contribuem a reduzir as bactérias que podem causar gengivite da gravidez.

 

Como evitar a doença das gengivas

* Escove os dentes minuciosamente, ao menos duas vezes por dia, preferivelmente de manhã e de noite
* Tome seu tempo; deveria ocupar pelo menos dois minutos em escovar os dentes
* Assegure-se de usar creme dental anti-placa, para ajudar a proteger os dentes das cáries e da gengivite


Posso comer de tudo após a colocação das próteses? E se fraturar algum dente da prótese, o implante está perdido?

Não, mas as restrições não são muito severas. Certos alimentos podem fraturar até mesmo dentes naturais.

De qualquer forma, uma alimentação com um mínimo de cuidados é suficiente para a preservação dos dentes das próteses suportadas por implantes.

Um dado positivo é que o reparo de dentes fraturados é relativamente fácil.

Implantees dentários em Belo Horizonte é com o Dr. Danilo Antunes.

Em relação à capacidade de mastigação, vai melhorar após a colocação de implantes?

Os implantes apresentam resultados funcionais muito superiores aos obtidos por dentaduras e próteses removíveis. Os pacientes que usam dentadura há muito tempo e colocam implante sentem a diferença muito significativa.

Implantes dentais em BH é com o Dr. Danilo Antunes

Como são feitos os implantes sem corte (cirurgia guiada)?

O processo de implantes guiados é muito simples! O primeiro passo é realizar uma tomografia para o planejamento cirúrgico. Com base nessa tomografia é desenvolvido um modelo tridimensional computadorizado para a análise da qualidade óssea do paciente.

Em cima desta análise é confeccionado um guia que determina o posicionamento dos implantes, com total precisão. Esse guia, com muita segurança, permite a fixação dos implantes sem a necessidade de cortes de bisturi na gengiva, descartando a necessidade de pontos na boca. Isto significa mais conforto e mais agilidade em seu tratamento.

Implantes sem corte em BH é com o Dr. Danilo Antunes

 O que é doença periodontal? 

Doenças periodontais, incluindo gengivite e periodontite, são infecções sérias que, se não tratadas, podem causar a perda dentária. A palavra periodontal significa literalmente "ao redor do dente". A doença periodontal é uma infecção bacteriana crônica que afeta as gengivas e o osso que suporta os dentes .
 
A doença periodontal pode afetar um ou vários dentes. Esta doença inicia quando a bactéria presente na placa (película viscosa e incolor que constantemente se forma sobre os dentes) começa a inflamar a gengiva.
 
Na forma mais branda da doença, a gengivite , a gengiva se torna vermelha, inchada e sangra com facilidade. Nesta fase, há pouco ou nenhum desconforto. A gengivite é causada por higiene oral inadequada, e é reversível com tratamento profissional e uma boa higiene oral doméstica.
 
Há indícios que a gengivite não tratada pode evoluir para periodontite . Com o tempo a placa pode se espalhar e crescer por baixo da gengiva. As toxinas produzidas pela bactéria da placa irritam a gengiva. Essas toxinas estimulam uma resposta inflamatória crônica, onde nosso organismo se volta contra si próprio, e os tecidos e o osso que suporta os dentes são atacados e destruídos.
 
As gengivas se separam dos dentes, formando bolsas periodontais (espaços entre os dentes e as gengivas) que se tornam infeccionadas. A medida em que a doença (periodontite) avança, as bolsas se tornam cada vez mais profundas, e mais tecido gengival e osso são destruídos. Este processo destrutivo apresenta sintomas bastante brandos. Eventualmente, os dentes podem apresentar mobilidade, e ter de ser extraídos.

Tratamento contra a doença periodontal é com o Dr. Danilo Antunes